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	<title>porto de santos &#8211; TDG LOGISTICA</title>
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	<description>Importação / Exportação</description>
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		<title>O Porto de Santos: tecnologias e perspectivas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thomas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 12:21:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[marítimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desenvolvimento portuário depende de uma série de fatores, tais como: acessibilidade, logística, tecnologia, gestão, segurança, mercado internacional, relação porto-cidade e potencial de expansão sustentável, entre outros. Cerca de 95% do comércio internacional circula por via portuária. Não é diferente no Brasil, sendo que o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento portuário depende de uma série de fatores, tais como: acessibilidade, logística, tecnologia, gestão, segurança, mercado internacional, relação porto-cidade e potencial de expansão sustentável, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 95% do comércio internacional circula por via portuária.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é diferente no Brasil, sendo que o Porto de Santos é o maior do Hemisfério Sul tendo movimentado aproximadamente 130 milhões de toneladas de mercadorias em 2017 (CODESP, 2017).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se fala em gestão, a capacidade de investimento é fundamental, bem como o grau de autonomia administrativa. Nesse contexto, o Porto de Santos é público, gerido diretamente pelo Governo Federal, por meio do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil &#8211; MTPA. Ao contrário da Lei nº 8.630/1993, a Lei nº 12.815/2013, que a revogou, tirou o caráter deliberativo dos Conselhos de Autoridade Portuária &#8211; CAPs, centralização todas as decisões do sistema portuária nacional em Brasília. Assim, tanto sua capacidade de investimento como sua autonomia foram limitadas, além do que, está sujeito a ingerências políticas na indicação de seus quadros de mando, bem como às incertezas de crises, nesse âmbito. Os CAPs, desde sua criação, são constituídos por quatro blocos representativos, a saber: governamental (União, Estado e Municípios), dos operadores portuários, dos usuários do porto e dos trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no que se refere à segurança, além da questão patrimonial e das exigências do Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuária &#8211; ISPS Code (CODESP, 2018), a atração de investimentos da iniciativa privada ou de instituições financiadoras nacionais e internacionais depende fundamentalmente da segurança jurídica, representada por um marco regulatório bem definido. A estabilidade política e social também são elementos básicos nesse sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">A sustentabilidade também deve ser considerada na definição de qualquer planejamento/investimento. Porém, é preciso entender o conceito moderno de sustentabilidade: trata-se da busca de equilíbrio entre os que são considerados seus três &#8220;pilares&#8221;: econômico, social e ambiental. Infelizmente, essa ainda não é a visão de alguns atores do processo, que buscam, por interesse hegemônico, ideológico ou falta de compreensão sistêmica, fazer com que um desses &#8220;pilares&#8221; prevaleça sobre os demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar desse arcabouço pouco favorável, ainda assim o Porto de Santos vem reafirmando seu protagonismo no sistema portuário nacional, batendo recordes de movimentação de carga, representando mais de 25% da balança comercial do Brasil. Isso ocorreu de forma mais significativa após a vigência da Lei nº 8.630/1993, quando o CAP de Santos tinha caráter deliberativo, inclusive para contratação de serviços de dragagem e definição de tarifas portuárias. Entre 1993 e 2013 o Porto de Santos mais do que duplicou sua capacidade, a partir de algumas medidas básicas: arrendamento de áreas portuárias ao setor privado; modernização operacional e racionalização de serviços. A incorporação de novos processos e tecnologias teve inequívoco impacto positivo na produtividade do porto, porém, também foram sensíveis, negativamente, no âmbito social, posto que implicaram em redução significativa de postos de trabalho. Esse é o &#8220;preço&#8221; da manutenção de competitividade mundial, que exige de governos esforços para o equacionamento das questões sociais no contexto da sustentabilidade, seja pela requalificação, seja pelo aperfeiçoamento da mão de obra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Portogente &#8211; Por <em>Adilson Luiz Gonçalves</em> &#8211; 27/09/2018</p>
<div>
<p style="text-align: justify;"><em>Adilson Luiz Gonçalves, engenheiro e professor universitário; pesquisador do Núcleo Brasileiro de Estudos Portuários, Marítimos e Territoriais da Universidade Santa Cecília (NEPOMT/Unisanta). Coordenador do Núcleo Avançado em membro da Diretoria da Association for Collaboration Between Ports and Cities – RETE, na Unisanta. Membro da Academia Santista de Letras (ASL)</em></p>
</div>
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		<title>Codesp altera regras para uso da Hidrovia do Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thomas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 13:07:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[codesp]]></category>
		<category><![CDATA[hidrovia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária) alterou as regras de cadastramento e habilitação de empresas interessadas em utilizar o modal hidroviário para o transporte de cargas no Porto de Santos. Agora, é necessário o pagamento de uma taxa de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária) alterou as regras de cadastramento e habilitação de empresas interessadas em utilizar o modal hidroviário para o transporte de cargas no Porto de Santos. Agora, é necessário o pagamento de uma taxa de R$ 665,36 pelo cadastro de transportador ou a renovação da licença.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto da Hidrovia do Porto prevê utilizar rios e canais de navegação da região para o transporte de cargas entre pontos do cais e, também, entre o complexo e a área retroportuária. Uma das opções é ter uma linha de barcaças ligando o terminal da Usiminas, no Canal de Piaçaguera, em Cubatão, e a Libra Terminais, na Ponta da Praia, em Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Estima-se que esta rota hidroviária possa movimentar 350 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) por ano. Mas, para isso, as empresas interessadas deverão cumprir uma série de exigências definidas pela Docas.</p>
<p style="text-align: justify;">As primeiras regras de exploração deste modal foram publicadas pela Autoridade Portuária no final de março. No entanto, o regramento foi substituído e uma nova resolução foi editada pela Docas na semana passada.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas interessadas na exploração comercial da hidrovia devem estar cadastradas na Codesp. Este cadastro é obrigatório tanto para aquelas cujas instalações portuárias estão dentro da área do Porto, como para as que instalarem seus terminais fora dessa região.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o regramento, caso a transportadora de mercadorias escolha a utilização de uma embarcação de transporte que não seja autopropelida, ela deverá ser a proprietária ou afretadora tanto das barcaças quanto do rebocador. Já as que optarem por realizar o afretamento de embarcações deverão seguir as normas da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).</p>
<p style="text-align: justify;">Para as firmas que realizarão o transporte de mercadorias através da hidrovia, será obrigatória a obtenção do cadastro de Agente Marítimo e de Transportador Hidroviário. Para isto, é necessário acessar o site da Autoridade Portuária (<a href="http://www.portodesantos.com.br">www.portodesantos.com.br</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">A norma publicada pela Codesp não estabelece detalhes com relação às embarcações que serão utilizadas. Basta que elas sejam registradas pela Autoridade Marítima (Marinha) conforme a atividade que se pretende executar.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as cargas transportadas pela Hidrovia do Porto deverão ter os dados inseridos em programas como o Porto Sem Papel e a Supervia Eletrônica de Dados. Já as embarcações deverão ser integradas ao Sistema de Gerenciamento e Informatização do Tráfego de Embarcações (VTMIS) do Porto de Santos.</p>
<p>Fonte: A Tribuna</p>
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		<title>Porto de Santos amplia calado para 13,5 metros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thomas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 13:35:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ganho operacional foi obtido após obras de dragagem no complexo O calado operacional do Porto de Santos foi ampliado em 30 centímetros e chegou a 13,5 metros em boa parte do canal de navegação. A nova regra passou a valer no trecho que vai da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ganho operacional foi obtido após obras de dragagem no complexo</strong></p>
<p class="bodytext">O calado operacional do Porto de Santos foi ampliado em 30 centímetros e chegou a 13,5 metros em boa parte do canal de navegação. A nova regra passou a valer no trecho que vai da entrada da Barra de Santos até a região da Alemoa. Com isso, as embarcações poderão transportar uma quantidade maior de cargas, ampliando as operações no complexo portuário santista.</p>
<p class="bodytext">O calado é a altura da parte do casco do navio que fica submersa (medida entre a quilha e a linha d&#8217;água). Essa medida é um limite que garante a segurança da navegação, para impedir que o navio afunde demais e acabe encalhando.</p>
<p class="bodytext">A Tribuna apurou que a decisão de ampliar o calado do Porto de Santos foi tomada no final do mês passado. O aumento de 30 centímetros foi garantido à Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) cerca de um mês após o consórcio formado pelas empresas Boskalis do Brasil e Van Oord Operações Marítimas iniciar a dragagem no cais santista.</p>
<p class="bodytext">No ofício enviado pela Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) à Autoridade Portuária, o capitão de mar e guerra Daniel Américo Rosa Menezes sugere que o calado passe a ser de 13,5 metros em condições normais e de 14,5 metros em períodos de maré alta.</p>
<p class="bodytext">Até o final de junho, o calado de boa parte do canal era de 13,2. Apenas o último trecho, depois do píer da Alemoa, não foi alterado, permanecendo com 12,7 metros.</p>
<p class="bodytext">A proposta da CPSP foi feita depois de análise de levantamentos hidrográficos apresentados pela Docas e de estudos realizados pela Praticagem.</p>
<p class="bodytext">“Foi feita uma campanha de dragagem longa e os estudos identificam uma folga (de profundidade) segura naquela região”, afirma o capitão dos portos.</p>
<p class="bodytext"><strong>Batimetrias</strong></p>
<p class="bodytext">A Autoridade Marinha condiciona a ampliação do calado ao acompanhamento da profundidade da área de navegação do Porto. A Codesp terá de realizar batimetrias a cada três meses em todos os trechos do canal.</p>
<p class="bodytext">&#8220;Temos que trabalhar com uma precisão maior”, destacou o comandante da CPSP.</p>
<p>A Tribuna &#8211; Egle Cisterna</p>
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		<title>Dragagem no Porto de Santos: perguntas que exigem respostas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thomas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jun 2018 14:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[dragagem]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto caminhoneiros e sociedade se manifestam contra o preço dos combustíveis e o governo, para reduzir o diesel, corta recursos da saúde e da educação, no maior porto do País o custo é tratado com desaforo. Já que os tempos no País são de apertos,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto caminhoneiros e sociedade se manifestam contra o preço dos combustíveis e o governo, para reduzir o diesel, corta recursos da saúde e da educação, no maior porto do País o custo é tratado com desaforo.</p>
<p>Já que os tempos no País são de apertos, necessário esclarecer condutas que envolvem recursos públicos. Por exemplo, a Dragabrás Serviços de Dragagem, empresa belga, executou a dragagem do canal do Porto de Santos (SP) e apresentou uma medição que não foi aprovada pelo engenheiro fiscal da área técnica da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). Mas assim mesmo o serviço foi <strong>pago</strong> pela administradora portuária, como parte de um contrato que rendeu à Dagabrás R$ 72 milhões.</p>
<p>Faz-se necessário, portanto, saber porque a aprovação teve de ser feita pelo diretor de engenharia da Codesp, um indicado político de Hélder Barbalho (MDB), passando por cima da área de fiscalização da estatal que <strong>não aceitou o serviço</strong>.</p>
<p>A qualidade e o custo dos serviços devem predominar na manutenção das profundidades de acesso à navegação nos portos brasileiros. Por isso, toda transparência é fundamental.</p>
<p>Os serviços de dragagem em curso nos portos do Brasil, em sua grande maioria, foram contratados quando Hélder Barbalho ainda era o ministro dos Portos e continuou com seu sucessor e indicado, o ex-senador Luiz Otávio Oliveira Campos (MDB-PA) – que chegou a ser alvo da Operação Leviatã, desdobramento da Operação Lava Jato – chefe da nova Secretaria Nacional de Portos, do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.</p>
<p>O País vive tempos dramáticos que mostram o quanto é imprópria a aproximação da esfera político-partidária da gestão pública de empresas estatais ou economia mista. As ligações são as mais complicadas e perigosas possíveis. Numa área técnica, um diretor de engenharia do maior porto do Brasil deve ter experiência portuária e um perfil profissional compatível às decisões e tarefas de sua responsabilidade, para bem executá-las e que tudo passe pelo crivo do que é melhor para a coisa pública. Todavia, o que se esperar de indicações políticas que não têm esse perfil?</p>
<p>Falar de dragagem de aprofundamento de um complexo portuário como o de Santos, responsável por 35% do comércio exterior marítimo do País, não é coisa pouca. Poderíamos dizer que o &#8220;Porto de Santos&#8221; , como negócio portuário, tem uma grandiosidade, complexidade técnica e importância econômica, inigualáveis no Hemisfério Sul.</p>
<p>Já se passaram quatro meses desde a &#8220;aprovação&#8221; do serviço sem que se dê publicidade técnica rigorosa, e republicana, da medição da dragagem. Poderia se começar respondendo: Por que um diretor, sem perfil técnico para tanto e sem a devida experiência na área, aprovou e liberou o pagamento de um serviço de dragagem, que, vale repetir, não foi aprovado por engenheiro de carreira e longa experiência em medição de dragagem? Por isso, outra pergunta se faz necessária: Por que o serviço foi aprovado dessa forma?</p>
<p>Editor Portogente &#8211; <time datetime="2018-06-03T20:00:00-03:00">03 de Junho de 2018</time></p>
<p>&nbsp;</p>
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